Dirigido por Eryk Rocha e Gabriela Carneiro da Cunha, o filme mergulha na aldeia Watoriki, no coração da Amazônia, durante o reahu, poderoso ritual fúnebre yanomami que conduz o espírito do morto ao descanso e rompe o ciclo do luto entre os vivos.
Ao revelar a beleza da cosmologia Yanomami a produção, que já está disponível na Netflix, também constrói uma crítica contundente ao garimpo ilegal e às epidemias levadas por invasores, evidenciando as ameaças que pairam sobre o território e os povos da floresta.
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