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SUMMARY:Ecos de 92\, do Rio a Belém - Exibição e Roda de conversa
DESCRIPTION:“Ecos de 92\, do Rio à Belém”\nDocumentário será exibido nesta segunda\, 17\, na programação do Banzeiro da Esperança\, na COP 30\, em Belém.\nEcos de 92 propõe diálogo inédito entre as conferências que colocaram o Brasil na liderança da agenda climática mundial\nTrês décadas depois da Rio 92\, o Brasil volta ao protagonismo no cenário climático mundial com a COP 30 e seu papel histórico é revisitado no documentário independente “Ecos de 92\, do Rio à Belém”\, dirigido por Renata Amorim e Leandro Mockdece com produção executiva de Valéria Costemalle.\nO filme que será exibido nesta segunda-feira\, 17 de novembro\, às 20h\, na programação oficial do Banzeiro da Esperança é mais do que um registro audiovisual\, é um ato de memória\, resistência e esperança. O Banzeiro da Esperança é um barco\, idealizado pela Fundação Amazônia Sustentável e pela Virada Sustentável\, que reúne cientistas\, pesquisadores\, lideranças ribeirinhas e indígenas para dialogar sobre mudanças climáticas\, cultura e sustentabilidade.\nO filme propõe um diálogo inédito entre os protagonistas da conferência que inaugurou a governança ambiental global e a geração que hoje lidera o movimento climático. “A COP 30 não é apenas um evento\, é o resultado de décadas de trabalho de pessoas sérias e comprometidas. O que nos moveu foi o desejo de equilibrar a narrativa\, resgatar a memória e mostrar o papel do Brasil como protagonista do diálogo ambiental global”\, explica Renata Amorim\, diretora do filme e fundadora da plataforma Selva\, dedicada à comunicação e educação em sustentabilidade.\nGravado e finalizado em dois meses intensos\, “Ecos de 92\, do Rio à Belém” reúne depoimentos inéditos de nomes fundamentais como Carlos Nobre\, Samyra Crespo\, Carlos Minc\, Paulo Protasio\, Malini Mehra e Marcelo de Andrade\, vozes que ajudaram a construir o alicerce da política ambiental contemporânea. Em contraponto\, surge a potência da juventude representada por Marcele Oliveira\, Presidency Youth Climate Champion da ONU para a COP 30\, que traz à tela a urgência das periferias e o novo vocabulário da justiça climática.\nO documentário é\, essencialmente\, um encontro entre tempos e linguagens. O passado oferece suas lições e o presente responde com novas vozes\, tecnologias e formas de engajamento. “A Rio 92 mostrou que meio ambiente e desenvolvimento não são inimigos. Hoje\, num mundo polarizado e competitivo\, os habitantes do planeta precisam compreender que espírito de preservação e colaboração existente na natureza é muito mais construtivo e determinante para nossa sobrevivência. Nós seguimos com a mesma energia vital e otimismo que o Brasil apresentou há trinta anos”\, afirma Valéria Costemalle\, produtora executiva do filme e doutoranda em Biodiversidade e Conservação da Natureza.\nPara Renata Amorim\, “os pioneiros deram o contexto\, criaram uma base onde não havia nada de concreto. A nova geração traz ação\, tecnologia\, urgência e pressão por mudanças sistêmicas. Essa colaboração intergeracional não é só continuidade: é uma evolução que transforma ideias em políticas\, inovação e causa impacto socioambiental. A força está na conexão”\, destaca. \nUma inquietação transformada em missão\nFilmado no Rio de Janeiro\, São José dos Campos\, Juiz de Fora e Belém\, o projeto foi realizado com recursos próprios e o apoio solidário de pesquisadores da área de ecologia reconhecidos internacionalmente\, profissionais do audiovisual premiados e estudantes do grupo de Pesquisa de Cinema COMCINE\, da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF). Entre eles\, Anna Leão\, Sophia Bispo\, Ana Flávia Quintanilha e Mateus Hipólito\, que representam a geração que herdará e transformará o legado da Rio 92. A equipe do documentário reflete a diversidade geracional\, racial\, de gênero e afetiva\, incluindo pessoas LGBTQIA+ e reúne profissionais de diferentes estados brasileiros e um integrante de Cuba\, o que reforça a perspectiva latino-americana e plural do projeto. “Ecos de 92 nasceu de uma inquietação e virou missão. É o nosso modo de passar o bastão\, de permitir que os jovens conheçam o legado dos pioneiros para construir o seu próprio”\, resume Renata Amorim.\n“O Brasil sempre teve protagonismo nas discussões de governança ambiental global e esse documentário é um projeto que consolida essa memória e preserva nossa identidade e valoriza a ciência. O documentário vai além da COP 30 porque os desafios como mudanças climáticas\, poluição\, transição energética e perda de biodiversidade são transnacionais\, exigindo cooperação internacional para soluções eficazes. Sem governança ambiental\, os riscos existenciais e as desigualdades climáticas continuarão a crescer\, ameaçando a sustentabilidade do planeta\, “ defende Valéria Costemalle\nFilme está na programação da COP 30\nO fato de ser exibido na programação oficial do Banzeiro da Esperança é simbólico. O ciclo que começou às margens do Atlântico\, na Rio 92\, e se renova agora em pleno coração da floresta amazônica e seguirá seu curso em direção à preservação da biodiversidade e do planeta. “Belém é o ponto onde a história se reencontra. Ecos da Rio 92 e da COP 30 terão impacto sobre nosso futuro. A COP 30 é um chamado para o Brasil lembrar quem é e o que representa para o planeta”\, completa Valéria Costemalle.\nAutenticidade da narrativa\nO diretor de fotografia Leandro Mockdece explica que a força estética do documentário está na autenticidade da narrativa. Com uma câmera na mão e um olhar atento à potência dos depoimentos\, ele construiu uma linguagem simples\, porém profundamente cinematográfica\, ancorada na verdade dos encontros e na força das histórias reveladas. Com sensibilidade apurada para capturar a emoção e o valor histórico dos relatos\, Mockdece imprimiu ao filme um caráter orgânico e humano.\nEssa escolha estética reflete sua própria trajetória profissional\, marcada pela direção de produções de impacto social e científico\, no Brasil e no exterior\, e pela habilidade em traduzir temas complexos em narrativas visuais envolventes. Em Ecos de 92\, a direção de fotografia assume o papel de mediadora entre o passado e o presente.\nNo entanto\, o diretor acrescenta que mais do que revisitar o passado\, “Ecos de 92\, do Rio à Belém” projeta o futuro. Entre memórias emocionantes como a criação da Árvore da Vida com cartas enviadas por pessoas de todo o mundo na Rio 92 e reflexões atuais sobre a urgência climática\, o filme reafirma que a esperança ainda é uma poderosa força política. “É uma obra em desenvolvimento que já traz assuntos muito interessantes\, mas nosso objetivo é evoluir na captação financeira para deixarmos esse projeto do tamanho que ele merece”\, destaca Mockdece.\nPor que este filme importa agora\nNo momento da COP 30\, o mundo busca compreender o papel do Brasil na diplomacia climática global. O país tem a maior biodiversidade do planeta. “Ecos de 92\, do Rio à Belém” responde a essa inquietação com um olhar histórico\, afetivo e científico. “É um espelho entre o país que fomos e o que ainda podemos ser. Um retrato do Brasil que ousou sonhar e que\, mais uma vez\, é chamado a liderar”\, destaca Valéria Costemalle.\nAlinhamento à Agenda 2030\nEcos de 92 dialoga diretamente com a Agenda 2030 da ONU\, contribuindo para a sensibilização social\, a preservação da memória e a promoção do debate ambiental. O projeto está alinhado\, em especial ao ODS 4 (Educação de qualidade: difusão de conhecimento histórico e ambiental em universidades\, escolas\, ONGs e plataformas digitais)\, ODS 11 (Cidades e comunidades sustentáveis: valorização da memória da Rio 92 e conexão com a COP 30 em Belém\, destacando a importância da participação social e cultural)\, ODS 12 (Consumo e produção responsáveis: estímulo à reflexão sobre mudanças de hábitos e formulação de políticas públicas sustentáveis)\, ODS 13 (Ação contra a mudança global do clima: foco central do documentário\, ressaltando o papel do Brasil nas negociações internacionais)\, ODS 16 (Paz\, justiça e instituições eficazes: fortalecimento da diplomacia ambiental e da cooperação multilateral)\, ODS 17 (Parcerias e meios de implementação: envolvimento de universidades\, organizações ambientais\, diplomatas\, representantes indígenas e sociedade civil).
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LOCATION:Banzeiro da Esperança – Auditório 1° Convés\, Estação das Docas – Armazém 3 – Av. Almirante Tamandaré\, s/n – Cidade Velha\, Belém – PA\, Belém\, PA\, 66010-020
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DESCRIPTION:O documentário paraense “O Clube da Guitarrada” (2025) tem direção de Tania Menezes\, e foi concebido após aprovação dos editais de cinema da PROEX de Arte e Cultura da UFPA (2021) e Lei Paulo Gustavo da SECULT PA (2023). \nFilmado entre 2022 e 2024\, o documentário transita entre a memória e a história do gênero musical paraense guitarrada (também denominado de “lambada para a guitarra elétrica”)\, mesclado à trajetória do Clube da Guitarrada\, um coletivo de jovens músicos de Belém do Pará que se reúne desde 2017\, uma vez por mês\, no Espaço Cultural Apoena em Belém do Pará\, para difundir este estilo musical. \nAlém da nova geração da guitarrada\, o filme traz também depoimentos dos mais antigos mestres do gênero em atividade como Solano\, Aldo Sena e Curica\, bem como falas dos músicos do grupo Os Dinâmicos e Waldecir Vieira\, estes dois últimos representando Mestre Vieira (1934-2018)\, o criador da Guitarrada. Frequentadores dos encontros do Clube\, e os gestores do Espaço Cultural Apoena também participam do documentário. Com locações em Barcarena\, terra de Mestre Vieira\, e Belém\, ao todo foram realizadas quase 30 entrevistas. \nNa trilha sonora do documentário estão sucessos nortistas dos antigos guitarreiros do Norte\, somados às instrumentais dos membros do Clube da Guitarrada gravadas ao vivo no Apoena. \nNo primeiro semestre deste ano\, o filme foi selecionado para o mais importante festival de documentários musicais\, o In-Edit Brasil\, realizado na cidade de São Paulo. \nhttps://www.instagram.com/clubedaguitarrada
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SUMMARY:Matriarcas da Amazônia
DESCRIPTION:Uma série que nasce da dor… e renasce na força das mulheres amazônidas. \nMatriarcas da Amazônia é uma série fictícia feita no coração da floresta\, onde memória\, justiça e encantaria se entrelaçam. \nCinco mulheres. Uma força ancestral. Uma história contada por quem carrega as marcas e os encantos da Amazônia. \nNegritar Produções \nhttps://www.instagram.com/oficialmatriarcasamazonia/ \n 
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