É preciso Curupirar o mundo e ainda haverá um dia em que o mundo Curupirá… Em Curupirá, a performer Andréa Flores leva à cena um Ato de traquinagem, entre comicidades das Amazônias de floresta profunda, procurando capturar o que ocorre com a atriz em sua jornada de busca por comicidades entre povos indígenas amazônicos. Camadas sobre camadas de transformação, memórias, histórias, bichos e seres de floresta. Em Curupirá, não há espectadores, mas participantes, presenças que são convidadas a também deixar-se retorcer pela floresta e pelos risos que dali emanam. Curupirá é uma escritura de vida silenciada, negada e, por isso mesmo, gritada em cena.

