Meu Nome é Gaia surgiu da urgência em se pensar numa utopia, diante da distopia ambiental que atravessamos. Há mais de dez anos desenvolvendo trabalhos em escolas sobre ecologia e literatura, a atriz e escritora Gisele Mirabai percebeu a força das histórias para nutrir e transformar o mundo em que vivemos. Cursando um doutorado sobre o tema, intuiu misturar dados científicos sobre o clima com criatividade e storytelling, para que o público aprenda, se encante, se comova e também se mova em direção à criação de novos futuros. De Hannah Arendt a Carlos Drummond de Andrade, de Villa Lobos a Greta Thunberg, de James Lovelock a Gal Costa, essa peça-palestra conecta a cultura brasileira com a questão ecológica global.
Com direção do premiado diretor e ator Thiago Amaral, Meu Nome é Gaia foi criada a partir da proposta da autoficção, quando a história pessoal do artista em cena serve de ponto de partida para a dramaturgia.
Para além de dados de pesquisa, Gisele coloca em cena sua conexão com Gaia desde criança, entrelaçando a ciência com mitos, saberes ancestrais e intuições espirituais, na busca por unir o autoconhecimento ao conhecimento científico.
SINOPSE: Uma cientista apresenta dados sobre como as primeiras fotografias da Terra, divulgadas pela Nasa, deram início à consciência ecológica planetária. Durante a palestra, começa a receber transmissões misteriosas, inéditas e ao vivo, contando uma outra história que envolve sua vida pessoal e espiritual. Quem está falando com ela? A própria Terra.

