Rede Favela Sustentável
A Rede Favela Sustentável é uma rede formada por mil integrantes, mobilizadores comunitários de mais de trezentas favelas e aliados técnicos. Trabalhamos integrados na luta por justiça climática por meio da realização do potencial das favelas como modelos de comunidades sustentáveis. As favelas representam oportunidades para o desenvolvimento sustentável – para além de modelos formais tradicionais – com base nas inúmeras qualidades das próprias favelas. A Rede Favela Sustentável trabalha para reconhecer, fortalecer e desenvolver modelos concretos para o desenvolvimento sustentável das favelas do Rio de Janeiro, catalisando sinergias de maneira transversal por intermédio dessas iniciativas.
O 2º Festival Favela Sustentável terá diversas atividades simultâneas ao longo deste grande dia. Com o foco no tema “Favela no Centro das Soluções Climáticas”, e este ano pautando a COP30, teremos diversas atividades organizadas por dezenas de coletivos de favelas de todo o Grande Rio. Recebemos, analisamos e conseguimos montar uma programação que conta com 145 atividades (quase 50% a mais do que no ano passado).
PROGRAMAÇÃO RODAS DE CONVERSA
9:30-10:30 – Encontros em Foco (Amigos do Parque Ecológico da Rocinha/Rocinha)
10:00-11:00 – Direito à Terra e Justiça Climática: Inovando com o Termo Territorial Coletivo (Projeto TTC)
10:30-11:30 – Impacto das Mudanças Climáticas nas Favelas e Periferias (Alfazendo/Eco Rede/CDD)
10:30-11:30 – Caminhos para o Exercício Pleno da Cidadania nas Favelas Sustentáveis (Laboratório Social Horizonte Inclusivo/Parque Royal)
11:00-12:00 – Momento de Sabedoria (Instituto Nacional Lar dos Sonhos/Vila Cruzeiro)
11:00-12:00 – Analógico Versus Inteligência Artificial (BC Carvalho Produção e Comunicação/Vila São João/SJM)
11:30-12:30 – Mulheres na Roda (Coletivo de Educação Popular e Libertária – CEPL/Parque da Cidade)
12:00-13:00 – Saúde Viva: Prevenção da Tuberculose e Seus Direitos (Comitê Marcia Greice/Fogueteiro)
12:00-13:00 – Turismo Sustentável nas Favelas (Favela Experience)
12:30-13:30 – Como Fazer Cartografia Social (Centro Comunitário Amigos do Serpa/Salgueiro)
12:30-13:30 – Criarte em Qualquer Clima (Grupo Sagrada Esperança de Animação Cultural e Desportiva/Acari)
13:00-14:0 – Ação do Bem (UNIFAMAERJ e Fórum Ecosol/São Gonçalo)
13:00-14:00 – Circularidade e Ancestralidade Afroliterária: A Salvaguarda da Oralidade (Akipalô Empreendimentos Culturais, Coletivo Afroliterário Circularidade e Ancestralidade)
13:30-14:30 – RioOnWatch: Publique Sua Primeira Matéria Conosco, Sendo Cria ou Aliado (RioOnWatch)
13:30-14:30 – Memória é História Como Resistências (Coletivo Museu Sankofa da Rocinha/Rocinha)
14:00-15:00 – Troca de Ideias com Teto Verde Favela (Parque Arará)
14:00-15:00 – Diálogo Sobre Meio Ambiente e Saneamento em Favelas (Observatório da Bacia Hidrográfica do Canal do Cunha)
14:30-15:30 – Colo de Mãe Preta: O SUS É Nosso! [Centro Humanitário Abebé de Ouro (CHAO)/Itaipuaçu/Inoã]
14:30-15:30 – Soluções Ambientais para os Recicláveis nas Comunidades do Rio de Janeiro (Cooperativa dos Trabalhadores do Complexo de Bonsucesso Ltda)
15:00-16:00 – Oficina de Mobilização de Recursos para Projetos (Espaço Casarão da Cultura de Duque de Caxias/Jardim Primavera)
15:00-16:00 – O Papel de um Museu na Promoção de Territórios Saudáveis e Sustentáveis (Museu da Vida Fiocruz)
15:30-16:30 – E a Água, Cadê? A Luta Pelo Direito à Água no Rio de Janeiro (Rede de Vigilância Popular em Saneamento e Saúde)
15:30-16:30 – Discussão Lei 11645, Etnomídia e Empreendedoresmo da Mulher Afro e indigna (Ponto de Cultura Ofarere Cultural/Tijuquinha)
16:00-17:00 – Ações de Educação Ambiental Climática a partir de Espaços Educadores Sustentáveis (Grupo de Estudos em Educação e Meio Ambiente/Praça Seca)
16:00-17:00 – Criação de Lideranças Comunitárias Ambientais (Setorial de Infraestrutura, Segurança, Inclusão Social e Meio Ambiente/Campo Grande)
Para saber a programação completa:
https://bit.ly/FFS2programacao
Lançaremos a “Carta COP30 das Favelas” numa coletiva de imprensa. Teremos apresentações culturais, feiras, rodas de conversa, espaços de cura, oficinas manuais, exposições e uma área voltada para a saúde e soberania alimentar – tudo aberto ao grande público! É só chegar!


