Em tempos de emergência climática, falar de qualidade do ar é falar diretamente de saúde pública, justiça ambiental e futuro sustentável. E, mesmo sendo invisível, o ar que respiramos é um dos elementos mais impactados e mais negligenciados. Afinal, estamos respirando partículas, compostos tóxicos e microrganismos que comprometem nossa saúde e o equilíbrio ambiental. A poluição do ar é o quarto maior fator de risco para mortes no mundo, segundo a OMS. Ao mesmo tempo, tecnologias limpas, soluções baseadas na natureza, arquitetura sustentável e sistemas de purificação como a radiação UV-C representam caminhos reais para transformar nossos ambientes e reduzir emissões. Integrar a qualidade do ar aos debates que trazem a sustentabilidade é integrar saúde, ciência, tecnologia e justiça social. É garantir que os espaços onde vivemos, trabalhamos, estudamos e cuidamos da nossa saúde também respirem futuro. Ar puro é saúde para todos. É um direito humano.
