“Fragmentos de tempo em espiral. Um rastro de movimento, de memória e de repetição.
Como o corpo se lança numa relação com o que ele mesmo produz? É a presença de uma ausência.
Instantes que já passaram e seguem esvaindo. Um rastro também de futuro, um eco que se anuncia
antes do som. Rastro como algo que precede e segue uma ação, ao mesmo tempo em que se torna
uma lembrança do que já se foi. https://youtu.be/Uu_U0XAchAU”
