Com exposições como “Lixomania: De Santo André para o Mundo” e “35 anos de Lixomania”, o artista celebra não só sua trajetória, mas também a potência do grafite e da pichação como ferramentas de memória, pertencimento e transformação social. Sua arte continua influenciando gerações e reafirmando o valor simbólico e político das ruas como espaço legítimo de criação.
