Vida na Terra passa de insumo a mestre. O documentário cria atmosferas emocionais com propósitos agudos: afetar o público para que se perceba parte indissociável da vida no planeta. Recolocar a vida no centro de decisões coletivas – ser “biocêntrico” – tornou-se, no mundo contemporâneo, um imperativo. Antes do que uma preferência política, atuar pela continuidade da vida deveria hoje definir as únicas políticas possíveis.
