Com arte-educadores e pesquisadores periféricos de diversas linguagens artísticas e práticas corporais, o coletivo jardim nasceu da necessidade de promover a conexão por meio da arte. Entendendo a importância de ambientes que fomentem as conexões entre familiares e amigos, e percebendo a escassez de projetos artísticos de bem-estar feitos por e para pessoas periféricas, o coletivo jardim atua na criação de espaços coletivos de contemplação e criação artística, promovendo atividades brincantes de cultura popular, atividades artísticas de descompressão e práticas de movimentação corporal decoloniais de integração e conexão em Sescs e equipamentos públicos de cultura. Formado majoritariamente por artistas e pesquisadores pretos e indígenas, todas as propostas de espetáculos, vivências e mediações do coletivo jardim possuem princípios afro-diaspóricos e originários em sua construção e elaboração.